Mostrando postagens com marcador Veiculos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Veiculos. Mostrar todas as postagens

28 fevereiro 2011

10 carros super potentes


10 – Land Rover Discovery 4 SE – R$ 1.063,30/cv
O utilitário esportivo inglês vem equipado com um V6 de 2,7 litros com 188 cv de potência. Na versão SE, que custa R$ 199.900, é capaz de acelerar de 0 a 100 km/h em 9,6 segundos e atinge 180 km/h, segundo a fabricante.



9 – Toyota SW4 SRV – R$ 1.005,52/cv
Outro utilitário, desta vez o Toyota SW4 SRV a diesel, com motor de 3,0 litros e 163 cv de potência e que custa R$ 163.900. Baseado na Hilux, o SUV tem capacidade para sete passageiros e pode ser vendido com câmbio manual de cinco marchas ou automático de quatro velocidades.



8 – Mercedes-Benz C200 CGI – R$ 956,28/cv
O carro mais vendido da Mercedes no Brasil custa R$ 175 mil em sua versão 200 Sport, de 183 cv de potência. Ele apresenta então a oitava melhor relação de custo por cavalo, com cada um custando R$ 956,28, mas há ainda versões mais baratas, caso da C200 Avatgarde, por R$ 149.900.



7 – BMW 325i – R$ 894,50/cv
A versão 325i da BMW Série 3 traz debaixo do capô um bloco de 2,5 litros em seis cilindros em linha com 218 cv de potência. Acelera, segundo a fabricante, de 0 a 100 km/h em 7,7 segundos. O preço sugerido para a versão é de R$ 195 mil, o que o deixa na sétima posição na relação.



6 – Audi A4 Sport – R$ 840,65/cv
Do trio de sedãs médios alemães citados, coincidentemente, em sequência, o Audi A4 é que se saiu melhor na relação de preço/potência. Na versão Sport com motor turbo de 2,0 litros, custa R$ 179.900 e entrega 214 cv. Segundo a Audi, esta versão chega a 100 km/h em 6,4 segundos e atinge 250 km/h.



5 – Mitsubishi Lancer Evolution X – R$ 674,58/cv
O mítico sedã japonês, campeão de rali diversas vezes, consegue tirar 295 cv do motor de quatro cilindros com 2,0 litros associado com uma caixa automatizada de seis velocidades e dupla embreagem e transmissão integral. O preço do Mitsubishi Lancer Evolution X fica em cima do limite estabelecido pelo iCarros, R$ 199 mil.



4 – Volvo XC60 R-Design – R$ 643,12/cv
O top da linha Volvo XC60 tem motor de seis cilindros de 3,0 litros com 285 cv. O preço de R$ 183.290 deixa o crossover na quarta posição. De acordo com a própria Volvo, o XC60 chega a 100 km/h em 7,5 segundos custando R$ 643,12 por cv de potência.



3 – Volkswagen Passat CC – R$ 586,67/cv
O sedã com ares de cupê da Volkswagen sai da loja por R$ 176 mil com um motor V6 de 3.6 litros de 300 cv, o suficiente para abrir o pódio do Top 10. Cada cv de potência custa ao comprador R$ 586,67 e é também o terceiro mais potente desta lista.



2 – Chrysler 300C Hemi V8 – R$ 511,76/cv
O sedã da Chrysler vai mudar em muito breve, mas, como oficialmente a versão atual está em linha com motor de 5,7 litros V8 com 249 cv, aparece na segunda posição. Nesta versão, o sedã custa R$ 174 mil. É o segundo mais potente e o segundo mais barato de todos, perdendo apenas para o Volvo XC60.



1 – Chevrolet Camaro – R$ 455,67/cv
O bólido é o mais potente do Top 10, com 406 cv. Custando R$ 185 mil, o sétimo mais barato entre os 10, não teve como tirar a vitória do Chevrolet Camaro. Com um V8 de 6,2 litros, o autêntico muscle car americano acelera de 0 a 100 km/h em 4,8 segundos e, também, o dono do cv de potência mais barato.

04 fevereiro 2011

Kia Cerato com seis marchas: a apimentada que faltava








O  sedã Kia Cerato, equipado com câmbio automático sequencial de seis velocidades durante uma semana.

O modelo concorre diretamente com os japoneses Honda Civic e Honda City, mesmo esse último sendo um sedã compacto.

O valor sugerido da versão é de R$ 64.900. Algo em torno de R$ 1 mil a menos que o City EXL e de R$ 2 mil a menos que o Civic LXL. Quando começou a ser vendido no Brasil, essa diferença de preço entre o coreano e os japoneses era bem maior. O problema era que a primeira leva do Cerato utilizava um câmbio automático de quatro marchas. Mais manco que o atual, o primeiro Cerato serviu para abrir as portas do mercado e consagrar o sul-coreano por aqui. A prova disso está nos números de vendas de janeiro, onde o Kia Cerato ocupou a terceira posição, com 1.262 unidades vendidas.

Na avaliação de José Luiz Gandini, presidente da Kia Motors do Brasil, “em pouco mais de um ano de atuação, no mercado brasileiro, o nosso Cerato já reveza a liderança com os seus principais concorrentes, mesmo recolhendo 35% de alíquota de importação. A aceitação do consumidor brasileiro pelo Cerato é uma grande vitória da marca”.

No acumulado de 2010, por exemplo, o Kia Cerato fechou com 14.210 emplacamentos, ocupando a quarta posição. Estavam à frente do Cerato em 2010: Corolla, Civic e Vectra.

Se antes o Cerato já fazia bonito, agora o modelo ganhou uma “relação” extra para encarar os rivais. A sexta seleção de marcha deu ao carro um consumo invejável e um rodar mais solto. Tudo bem que os “lastros” de não ser flexível em combustível e da baixa aceitação no mercado de reparação independente continuam impregnados.

Novo Fiat Uno Way 1.0 mantém a fama de bonzão








Reinventar a pólvora não é uma tarefa fácil. Apesar disso, a Fiat recriou a força de atuação do “fantástico” Fiat Uno (leia-se uma sobrevida do Fiat Panda). Afinal, nem Giugiaro acreditaria que o Fiat Uno fosse durar tanto tempo assim.

O carrinho que é bem parecido com o antigo Panda europeu continua arrancando olhares simpáticos dos concorrentes e até dos transeuntes. O WebMotors reavaliou o Fiat Uno Way 1.0 durante uma semana. A ideia foi passar a limpo o que o carro tem de bom e de ruim. Que a reinvenção do Fiat Uno pegou, pegou sim. Basta acompanhar os números de vendas, onde o modelo aparece entre os primeiros da lista da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores). Tudo bem que há uma “pegadinha” nessa lista, tanto o Mille como o novo Uno são computados na mesma prancheta. A Volkswagen também utiliza o mesmo artifício com o novo Gol. O WebMotors já pediu para a VW separar o joio o trigo, mas a resposta foi negativa. O mesmo ocorre com a Fiat. Ambas se negam passar os números de desempenho dos velhinhos. Será que eles vendem mais que os novatos?

O Uno Way é um sucesso quando está no quesito admiração, mas o fardo maior do urbaninho simpático está no dia-a-dia. Por exemplo, o motor 1-litro de 73 cv (gasolina) e 75 cv (álcool) sofre para arrastar 895 kg (uma relação peso/potência de 11,5 kg/cv).

Durante as aferições rodoviárias do WebMotors foi comprovado que o Fiat precisa manter a rotação do motor em 3.000 rpm para se manter na velocidade máxima permitida. Na cidade, o hatch oferece mais desenvoltura e comprova porquê virou sinônimo de urbaninho. Segundo a Fiat, o modelo equipado com motor de 1-litro acelera de 0 a 100 km/h em 16,8 s quando está abastecido a gasolina e 15,8 s quando usa álcool.

O consumo de combustível divulgado pela Fiat para a versão Vivace (entrada) equipada com motor 1-litro é de 15,6 km/l (gasolina) e 10,5 km/l (álcool) no circuito urbano. Na estrada o número divulgado é de 20,1 km/l (gasolina) e 12,9 km/l (álcool). Já para a versão Way, também equipada com motor 1-litro, é de 14,3 km/l (gasolina) e 10,1 km/l (álcool) no circuito urbano; e de 18,2 km/l (gasolina) e 12,4 km/l (álcool) no cenário rodoviário. Com o WebMotors o Fiat Uno Way 1.0 abastecido a álcool fez 8,7 km/l na cidade e 12,8 km/l na estrada.

Apesar de oferecer detalhes que o induzem à condição fora-de-estrada, o Way não é um tanque de guerra. Sua altura de 1,83 m mostra maior robustez, mas deixa o carro com maior arrasto aerodinâmico. Ou seja, se ele fica mais pomposo visualmente, acaba ficando menos estável nas manobras mais arrojadas.

Canibalização dentro de casa

Quem perde com a chegada do novo Uno é o Palio. Em um rápido exercício de seguro, o Fiat Palio fica mais desvantajoso para o consumidor diante do Mille e Novo Uno. A prova da fatalidade do Palio fica nos números da Fenabrave. De acordo com o ranking de 2009, o Mille terminou em segundo lugar e o Palio em terceiro. Já o ranking de 2010 terminou com o Palio em 4º lugar e o Mille/Uno em segundo. Houve uma redução de 70 mil unidades de um ano para o outro. A prova da má fase do Palio está no lançamento de um novo Palio no segundo semestre de 2011. Tudo indica que até o nome “Palio” não será aplicado no novo modelo, segundo fontes internas da fabricante.

Conhece o Monza Ascona?





Um olhar desatento sobre este modelo pode levar o leitor a concluir que seja um Monza Classic comum. Mas não é. A grade com o símbolo da Opel, subsidiária da GM na Europa, os emblemas “Ascona” e “Luxus”, além de outros detalhes, no entanto, geram uma confusão natural. Que carro é esse?

A explicação é complexa, mas vale a pena, já que estamos falando de um raro modelo Monza Classic 1989, exportado para a Venezuela, e que foi totalmente caracterizado como Opel Ascona, modelo vendido no mercado alemão durante a década de 1980.

Nesta época, a GM do Brasil exportava o Monza para diversos países da América do Sul. Os maiores compradores eram Colômbia e Venezuela. O carro era montado no sistema CKD, a exceção dos vidros laterais e traseiro, que eram fabricados no país do destino.

No entanto, em 1989, a montadora avisou que deixaria de produzir o modelo nesta configuração, substituindo-o por um modelo mais moderno com nova carroceria. Na ocasião o mercado venezuelano começou a receber os novos modelos e 226 unidades antigas ficaram encalhadas nas concessionárias. Depois de algum tempo, a GM do Brasil repatriou o lote e o ofereceu no mercado brasileiro. Afinal o lote era composto apenas modelos top de linha equipados com cambio automático, injeção eletrônica (vendida na versão SE 500 E.F. no Brasil), bancos de couro, interior monocromático (marrom), além de um ajuste no diferencial e ausência do desembaçador traseiro, que no Brasil era de série.

O carro que o WebMotors mostra nessas fotos é um dos raríssimos Monza Classic que viajou para a Venezuela, e de lá foram devolvidos com status de carro importado para a GM do Brasil. No histórico do carro, um documento de importação comprova a origem.

Francisco Correa, proprietário do modelo, esclarece que após adquirir o Monza 1989 iniciou um projeto de caracterização para transformá-lo num Ascona. Por isso, adquiriu num site de leilões uma série de acessórios: emblemas, lanternas, grade, adesivos e alguns outros detalhes do modelo alemão. “Muita gente me pergunta - na rua e também nos encontros – ‘que carro é esse afinal’, e acredito que o resultado tenha sido muito satisfatório”, explica Correa que para finalizar a transformação, comprou manuais e fichas técnicas do modelo alemão, e as exibe nos encontros que participa. As placas importadas da Europa completam o visual desse carro que tem três raízes; brasileira, venezuelana e alemã.

Você não tem carro anfíbio?


Com o grande volume de chuva nesse verão, muitos motoristas têm enfrentado alagamentos nas vias que resultaram em danos aos veículos, e até mesmo situações de risco à vida. Por isso, o Cesvi Brasil (Centro de Experimentação e Segurança Viária) apresenta, abaixo, dez recomendações para o motorista preservar o veículo em áreas alagadas.

1. Caso o motor morra durante a travessia, jamais tente dar a partida, mantenha-o desligado e remova o veículo até uma oficina. Diante da possibilidade de admissão de água, essa prática reduz o risco de danos causados ao motor por um calço hidráulico.

2. Observe a altura do nível de água do trecho alagado, a maioria das montadoras estabelece uma altura máxima para essas travessias, não podendo exceder o centro da roda.

3. É prudente que o veículo, durante o alagamento, seja dirigido em baixa velocidade, mantendo uma rotação maior e constante ao motor, em torno de 2.500 RPM, o que diminui a variação do nível da água e seu respingar junto ao motor, dificultando sua admissão indevida e a contaminação de componentes eletroeletrônicos, melhorando a aderência e a dirigibilidade do veículo.

4. No caso de veículos equipados com transmissão automática, a troca de marchas deve ser feita manualmente, selecionando a posição “1”. Dessa forma, o veículo não desenvolve tanta velocidade, sendo possível imprimir uma rotação maior ao motor. Outra possibilidade é manualmente alternar a troca de marchas entre “N” e “1”, de modo a manter a velocidade do veículo baixa durante o trecho alagado, sem descuidar da rotação do motor, sempre em torno de 2.500 RPM.

5. Alguns veículos automáticos oferecem como opcional o ajuste da tração, conhecido como “WINTER” ou “SNOW”. Embora sua função seja a de conferir maior segurança durante trechos de baixa aderência, como neve ou lama, evitando que o veículo patine graças ao bloqueio do diferencial, também deve ser utilizado durante alagamentos, pois beneficia o controle da velocidade do veículo e da rotação do motor.

6. Mantenha a calma nos casos em que, durante a travessia, sejam constatados sintomas como o aumento de esforço ao esterçar (direção hidráulica), variação na luminosidade das luzes do painel de instrumentos, alertas sonoros, flutuação dos ponteiros, luzes de anomalia da injeção eletrônica, bateria e ABS (se disponível) acesas, aumento do esforço ao acionar os freios e interrupção do funcionamento da tração 4 X 4 (veículos diesel), pois provavelmente todo esse quadro é causado pela perda de aderência entre a correia auxiliar e as respectivas polias da bomba da direção hidráulica, alternador e bomba de vácuo (veículo diesel), sendo, na maioria das vezes, um fato passageiro que não impede a dirigibilidade. Apenas reforce a cautela e mantenha o menor número possível de equipamentos ligados.

7. É recomendado desligar o ar condicionado, reduzindo assim o risco de calço hidráulico. Essa prática impede que alguns componentes joguem água na tomada de ar do motor. Veículos rebaixados e turbinados, na maioria das vezes, apresentam maiores riscos de sofrer calço hidráulico; por isso, é aconselhável manter a originalidade da montadora. Se o veículo estiver nessas condições, redobre a atenção aos procedimentos sugeridos.

8. Para os casos mais sérios de alagamentos, é recomendado preventivamente fazer um check-up, corrigindo, por exemplo, possíveis alterações do sistema de injeção eletrônica, muitas vezes simples e imperceptíveis nessa fase, como maus contatos, mas que posteriormente podem gerar grandes transtornos.

9. Pode haver, entre outros, a contaminação do cânister, do óleo da transmissão, do(s) eixo(s) diferencial(is), no caso de veículos com tração traseira ou mesmo quatro por quatro, o que determina a redução da vida útil dos componentes integrantes desses conjuntos, além de riscos acentuados de falhas na embreagem, suspensão e freios.

10.Para combater os efeitos dessa possibilidade, é recomendável encaminhar-se rapidamente até uma oficina e solicitar a avaliação desses itens.

Havendo travessias consecutivas de alagamentos, recomenda-se uma limpeza do sistema de ventilação, pois estará sujeito à contaminação por fungos, microorganismos e bactérias, demandando limpeza de todo o sistema para a utilização segura.

Índice aponta danos de enchente em automóveis

O CESVI BRASIL desenvolveu um estudo sobre veículos e danos resultantes de enchentes com a finalidade de oferecer um indicativo técnico para toda a cadeia automotiva, e também para o consumidor final. Trata-se do Índice de danos de enchente - ranking que indica e compara a eficiência de cada veículo em manter seu funcionamento quando envolvido em alagamento, garantindo sua mobilidade.

A metodologia desenvolvida pelo centro de pesquisa classifica os possíveis danos em função das características mecânicas e eletroeletrônicas dos veículos. A classificação é apresentada em um intervalo de 0,5 a 5 estrelas, podendo intercalar notas com 0,5 estrela (2 estrelas e meia, por exemplo). Quanto maior a nota, menor os riscos de danos de enchente.

No site do CESVI BRASIL é possível consultar um comparativo de modelos de veículos com as informações de todos os índices desenvolvidos pelas pesquisas do centro – Índice de Segurança; Índice de Visibilidade; Índice de Danos de Enchente; e CAR Group (compara veículos de uma mesma categoria quanto à facilidade e o custo de seu reparo). Para consultar, acesse: http://www.cesvibrasil.com.br/indices/comparativo.aspx

Mercedes-Benz mostra novo C63 AMG


O Mercedes-Benz C63 AMG é um dos sedãs mais rápidos do mundo. Com 463 cv, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 4,5 s – a Ferrari California faz o mesmo apenas 0,5 s mais rápido. Com essas credenciais, não surpreende que a Mercedes-Benz demorou pouco mais de um mês para mostrar como ficou o topo de linha com a reestilização já aplicada no restante da Classe C.

As mudanças no AMG foram as mesmas da versão “civil”, o que inclui novos faróis, capô e para-choques. O interior, também reformulado, ganhou apliques em alumínio e fibra de carbono para honrar o pedigree da preparadora alemã. O motor V8 de 6,3 litros foi mantido, apesar de ter recebido componentes como pistões, bielas e virabrequim iguais aos usados no SLS. As novas peças, associadas a uma nova bomba de direção hidráulica, reduziram o consumo médio e a emissão de poluentes do esportivo.

Se você não está muito preocupado com o meio-ambiente enquanto acelera até os 250 km/h de velocidade máxima (limitada eletronicamente), não desanime. Também herdada do SLS, a transmissão automatizada MCT de sete marchas promove trocas rápidas (100 milissegundos) e é mais econômica do que uma automática convencional. Viu como dá para ser esportivo sem deixar de ser ecológico?

Para os brasileiros a notícia também é boa: a Mercedes-Benz já confirmou o lançamento do novo C63 AMG no País, no segundo semestre deste ano. Caso não agüente esperar até lá, o CLS AMG chega neste mês.





26 janeiro 2011

22 janeiro 2011

KTM X-Bow chega ao mercado brasileiro


Chega ao mercado brasileiro o novo KTM X-Bow que está sendo vendido por R$ 290 mil. Um carro para quem tem dinheiro e gosta de exclusividade.

A marca do modelo é muito conhecida em duas rodas, a KTM é uma grande marca austríaca que é conhecida no mundo todo pelas motos que fábrica.

De baixo do capô o modelo vai contar com um motor de 2.0 litros TFSI feito pela Audi que rende 240 cavalos de potencia, fazendo o modelo chegar de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos.

Quem se habilitar a comprar o modelo também terá que providenciar um capacete, pois o modelo pode ser pilotado normalmente mais é preciso o uso de capacete.

Novo Honda Civic chega em abril nos Estados Unidos


A Honda apresentou o novo Civic no Salão do Automóvel de Detroit, e muitos disseram que não gostaram do que virão, que a marca mexeu onde não devia e onde devia não mexeu.

Mas a final o Honda Civic vem mudando cada vez mais nos últimos anos e mesmo com as “conversas” negativas o modelo faz sucesso mesmo com cara nova.

Sendo assim a marca revelou nesse começo de semana que o novo modelo chega no mercado norte-americano em abril e suas vendas deverão começar poucas semanas depois.

De baixo do capô o modelo vai contar com um motor de 2.0 litros que rende 197 cavalos de potencia. Além disso, a marca não revelou quando vai custar o novo modelo, mas segundo rumores deverá manter o mesmo padrão de preço da versão atual.

Projeção: Nova geração Ferrari Enzo


Um dos modelos que mais fizeram sucesso da Ferrari nos últimos tempos com certeza foi a Enzo, pois além de ser um super carro, não bastava só ter dinheiro para comprá-lo o que aumenta ainda mais a imaginação dos apaixonados.

Como é muito difícil a Enzo receber uma nova versão, ninguém nem tem esperança. Mas já existem designers que trabalham pensando na nova geração da Enzo.

A projeção do novo modelo se parece muito com o atual, mas um pouco mais largo e com um bico mais agressivo, talvez em uma próxima geração o modelo possa receber um motor.

O jeito é esperar a marca resolver presentear o mundo automotivo com mais uma geração da nova Ferrari Enzo.

Dia Nacional do Fusca relembra a história de sucesso do modelo


No dia 20 de janeiro, comemorou-se o Dia Nacional do Fusca, que celebra mais de 50 anos de história de um dos veículos mais queridos e vendidos no mercado automobilístico. Com mais de 3 milhões de unidades comercializadas no Brasil, o Fusca foi produzido entre 1959 e 1996 na fábrica da Anchieta da Volkswagen do Brasil, em São Bernardo do Campo (SP).

A produção foi interrompida em 1986, retornando em 1993 a pedido do então presidente do Brasil, Itamar Franco. O modelo continou a ser produzido no México – onde já era montado desde a década de 1980 – até 2003, quando saiu sua última unidade, hoje exposta em um museu da cidade de Wolfsburg, na Alemanha.

Essa história de sucesso teve início em 1931, com o surgimento da necessidade de um carro pequeno, econômico e de fácil produção. Quando a ideia ganhou popularidade, diversas etapas, testes e protótipos foram criados até o produto chegar aos consumidores. Ferdinand Porsche assinou o contrato que deu início ao desenvolvimento e fabricação do Sedan, nome original do modelo, em 22 de junho de 1934.

Nova Ferrari FF 4x4


A Ferrari apresentou nesse final de semana as imagens do seu primeiro modelo com tração 4×4. O modelo é conhecido como Ferrari Four ou simplesmente FF.

Segundo a marca, o modelo vai entrar no lugar do 612 Scaglietti e terá também outro diferencial, seu porta malas vai ser grande cabendo até 800 litros.

De baixo do capô o modelo também não vai economizar, vai contar com um motor de 6.3 litros V12 que rende 660 cavalos de potencia.

Apesar de ter tração 4×4 seu rendimento não vai cair, sendo assim o modelo consegue fazer de 0 a 100 km/h em apenas 3,7 segundos e consegue atingir 335 km/h de velocidade final.

Revelado: Novo Pagani Huayra


A Pagani já tinha confirmado que em pouco tempo iria apresentar uma grande surpresa, e mesmo com a marca guardando muito bem o modelo, não teve jeito, vazou uma imagem.

Seu novo lançamento se trata do Huayra que deverá ser apresentado oficialmente no Salão do Automóvel de Genebra que abre as portas em março.

Segundo fontes o modelo vai contar com um motor biturbo que rende 730 cavalos de potencia, capaz de fazer de 0 a 100 km/h em apenas 3 segundos.

Espera-se que o modelo faça a mesma fama que o Zonda, e a Pagani estima que seja vendida cerca de 20 unidades anuais.

Fonte: Carplace

Marussia Virgin Racing vai apresentar seu carro no dia 7


O novo modelo batizado de MVR-02 será apresentado pela equipe Marussia Virgin Racing no próximo dia 7 de fevereiro em Londres (Inglaterra).

O MVR-02 é a aposta da Virgin para a temporada 2011, mas o carro já começou com um problema, não vai poder participar dos três dias de testes oficiais em Valencia, testes que começam no dia 1º Fevereiro.

Mas esse problema não é só da Virgin outras equipes também vão passar por isso, a McLaren, Force India e Hispania Racing, ambos não vou poder participar com seus novos carros, tendo que fazer teste nos carros da temporada 2010.

E novamente a Virgin vai ter exatos 12 dias para testar o carro, do mesmo jeito que a equipe pecou o ano passado, vai pecar também este ano.

Fonte: Auto Esporte

Mercedes-Benz apresenta novo esportivo CLS 63 AMG



A Mercedes-Benz está trazendo para o Brasil, neste mês, o seu carro esportivo CLS 63 AMG. É um coupé de quatro portas com motor V8 biturbo de 5.5 litros e que tem injeção direta de gasolina por jatos dirigidos. O seu cárter é de alumínio, tem quatro válvulas com ajuste do eixo de comando, inter-resfriamento ar/água e sistema para-anda.

O seu motor desenvolve potência máxima de 557 cv e torque de 800 Nm. Com isso a sua aceleração de zero a 100 km/h é de 4,3 segundos e velocidade máxima de 300 km/h, limitada eletronicamente.

O novo esportivo da Mercedes tem câmbio de sete marchas e, contrário de uma transmissão automática convencional, não utiliza o conversor de torque. Em vez disso, ele tem uma embreagem (acoplamento) de partida compacta. A função de para-anda vem como equipamento de série.

O CLS 63 AMG é o primeiro automóvel do mundo que tem faróis com LEDs de alto desempenho de série, que imitam a luz do dia e tem baixo consumo de energia. Uma grande vantagem é que a média de vida útil de um LED é de cerca de 10 mil horas, cerca de cinco vezes mais longa do que a da luz xenon. Além disso, os faróis com LEDs aproximam-se ainda mais da temperatura da cor da luz do dia. Isso significa que a luz dos LEDs está alinhada com os padrões normais da percepção humana. Estudos demonstraram que quanto mais a cor da luz artificial se aproxima da luz diurna, menor esforço para os olhos.

Novo alarme mantém a moto original


A Pósitron está lançando no mercado o alarme DuoBlock para a moto Honda Bros 150. O preço varia entre R$ 280,00 e R$ 320,00, com instalação. Segundo a fábrica, o equipamento tem conectores que facilitam a instalação e mantém a originalidade da moto, já que não é necessário o corte de fios.

O alarme está disponível para sete modelos da Honda: Bros 150, Titan 150, Fan 125, YBR Factor 125, Fazer 250, CB 300 e Biz.

Uma das tecnologias aplicadas no equipamento é o acelerômetro incorporado ao módulo do alarme. O dispositivo, que também é utilizado nos aparelhos de celular de última geração, detecta movimentos tanto horizontais quanto verticais. Assim, caso haja tentativa de violação da moto estacionada, o alarme irá disparar. Por ter tamanho reduzido, o acelerômetro pode ser instalado em qualquer posição.

O DuoBlock é acionado simplesmente afastando o controle remoto da motocicleta ou mesmo pressionando os botões do controle. O alarme emite um sinal digital codificado distinto para cada acionamento, o sistema fica totalmente protegido contra clonagem.

O alarme suporta as condições adversas que a moto fica exposta, como ondas de rádio frequência emitidas por antenas nos grandes centros urbanos, trepidações e intempéries.